(Artigo publicado na revista +Atitude. São Paulo, Escala, ano I, n. 6, 2007.)
15 atitudes para cumprir as promessas de Ano Novo
Passagem de ano é hora e repensar o que passou. É momento de reavaliar os sucessos e insucessos, acertos e erros. Mas, principalmente, é tempo de projetar o que virá, sonhar as esperanças, sempre renovadas. É momento de planejar vitórias e preparar músculos e mente para cumpri-Ias.
Sim, cumprir as promessas de ano novo é o que se quer. Mas como? Há várias maneiras de modelar o futuro, de acordo com as crenças, os valores, as culturas, os conhecimentos que se tenha e as experiências que se viveu. Pular sete ondas, comer uvas, fazer pedidos ao brindar de taças, procurar estrelas cadentes, mentalizar, usar lingerie colorida, amarrar laços com pedidos, enfim, a lista de práticas não tem fim. Mas e a lista de desejos, a quantas anda?
Listar o que se pretende é fundamental para que o futuro não fique disperso em uma massa diluída de pretensões sem consistência. Quando chega o final do ano, o psicoterapeuta Mário Bruçó sempre trabalha com seus clientes os projetos para o ano seguinte. Para ele, "visualizar esses projetos para o ano novo traz para o presente a visão do que se quer, do que se pretende e do que de fato a pessoa pode realizar".
1. Escreva sua lista de metas
É preciso visualizar claramente seus projetos. Sempre que escrevemos algo, ordenamos melhor as idéias. Como diz o médico e autor de auto-ajuda, Lair Ribeiro : "tudo o que é importante está por escrito”. Como exemplo, ele cita uma pesquisa feita com formandos de Harvard, em 1953. Os egressos da universidade respondiam a um questionário, e uma das perguntas era se eles tinham por escrito suas metas de vida. Apenas 3% responderam que sim. Após 20 anos, os ex-alunos de Harvard foram novamente entrevistados e constatou-se que os 3% que haviam escrito suas metas tinham muito mais sucesso profissional, saúde e satisfação de vida.
Há algumas maneiras de formular as metas que ajudam a torná-las realidade. É preciso que sejam positivas, ou seja, deixe de lado desejos como “não quero ficar gorda" ou "não quero ficar doente", e troque por "quero emagrecer" e "quero ter saúde”. É preciso que sejam metas objetivas. Em vez de dizer que quer ser mais feliz, aponte realizações concretas que colaborem para sua felicidade, como começar a namorar ou comprar uma casa. É preciso que sejam comensuráveis, ou seja, formule exatamente o quanto e a intensidade do que você quer. E é preciso que sejam datadas. Não se propõe uma meta para "algum dia”, e sim, “até tal dia, tal mês ou tal ano”.
2. Estabeleça prioridades
Evite listas longas que desanimem só de ler. Você pensou em 20 ou 30 itens? Vá com calma e selecione melhor. Para a psicanalista e instrutora de Programação Neurolingüística (PNL), Helimar Angelelli, o ideal é ter uma lista com no máximo 5 metas. “Tente realizar as cinco. No próximo ano, eleja mais cinco. Conseguir realizar esse número de projetos por ano já está ótimo”, sugere Helimar.
Também é importante alinhar as atitudes diárias de acordo com suas prioridades da lista. Portanto, evite usar suas energias mais para realizações secundárias do que para as metas que você elegeu como as mais importantes para o ano.
Para ajudar a selecionar prioridades, é importante rever o que realizou ou não no ano anterior. Então, reflita sobre os fatores que facilitaram ou impediram, a fim de fazer com que suas escolhas sejam as mais conscientes possíveis e você se concentra melhor nos objetivos específicos.
3. Separe seus desejos dos desejos dos outros
Há pessoas que correm muito atrás de realizações sem saber direito por quê. E parecem nunca alcançar satisfação por nada. Isso pode ser um sintoma de que a pessoa está realizando muito mais os desejos dos outros - assumidos sem perceber - do que suas verdadeiras aspirações.
O psicoterapeuta Mário Bruçó propõe que se pergunte para si mesmo: “O que de fato preciso?”. E saber separar bem o que é seu do que são exigências externas. Para cada missão a cumprir pergunte-se sempre: “tenho que fazer ou quero fazer?”.
Porque muitas vezes reproduzimos valores dos outros como se fossem nossos. “É mais fácil ser igual a todo mundo. Mas se diferenciar gera qualidade vida”, compara o psicoterapeuta.
Saber quais são seus desejos é fundamental ao estabelecer metas para o ano novo, até porque você será a única pessoa responsável por sua realização. Então, é melhor que sejam genuinamente os seus projetos, minuciosamente separados das vontades que vêm de fora.
4. Divida os projetos em etapas e prazos
Ninguém engole uma melancia inteira de uma só vez. Mas ao dividir as fatias e ir comendo cada pedaço ao longo do tempo, quando se dá conta, a melancia já era. Assim também deve acontecer com as metas de ano novo.
Cada etapa exige determinadas tarefas. Tenha isso claro em mente e cumpra missão por missão, uma de cada vez.
Para a personal coaching Cláudia Watanabe, as tarefas podem ter prazos semanais, quinzenais, mensais, enfim, sempre períodos curtos para execução, a fim de que o cumprimento retroalimente o processo.
Lair Ribeiro ilustra a importância de dividir a meta em etapas: “Para escrever um livro, por exemplo. Não se escreve o livro inteiro de uma vez. Pense em escrever capítulos. Para escrever os capítulos, escreva páginas. Para escrever uma página, escreva parágrafos. Para escrever parágrafos, escreva frases. Para escrever frases, escreva palavras. No final, uma coisa se liga à outra e o livro fica pronto. Ou seja, se você pensar na meta completa, não faz nada. Faça aos pedaços”, propõe.
Cumprir as tarefas em prazos determinados é essencial para a continuidade das demais etapas da meta. Conforme afirma Cláudia, “cada etapa cumprida gera vitória. Cada vitória gera motivação e renova o comprometimento”. Portanto, a lição é esta: coma a melancia aos pedaços e regularmente.
5. Fixe padrões de sucesso e satisfação
É preciso saber quando se alcançou determinado objetivo, sejam as etapas do processo ou mesmo a meta inteira. Caso contrário, você pode alcançar suas metas nem perceber. Ou pior, você pode nem sequer saber onde é o ponto de chegada. Imagine um corredor de maratona onde após ultrapassar heroicamente os mais de 40 quilômetros de trajeto, passa pela fita e continua correndo sem saber quando a prova termina. Pois é, se você não tem claro quais são as características físicas, emocionais, as sensações e a “cara” da conquista de sua meta, você pode estar correndo muito além do necessário sem desfrutar dos louros da vitória. Sua maratona pode ser uma corrida sem fim.
Portanto, especifique até onde você quer chegar e onde exatamente termina aquela etapa a fim de poder começar novas metas. E não se confunda com os padrões fixados fora de você. “Há pessoas que, ao invés de saber quais são seus parâmetros de conquista, baseiam-se nos padrões da mídia. Aí querem ter um corpo de televisão sem perceber que já emagreceram o suficiente de acordo com o que se poderia propor a ela”, exemplifica a instrutora de PNL, Helimar Angelelli . E completa: "Correr sem saber o porquê gera ansiedade à toa”.
6. Saia da “zona de conforto”
Todos sonhamos, projetamos, imaginamos, desejamos várias coisas. E quando se trata das promessas de ano novo, os desejos ganham um aporte de esperança especial. Mas se você é daqueles que, ano após ano, refaz os mesmos projetos, repõe as mesmas promessas na lista de ano novo como quem repõe açúcar na despensa, é sinal de que não está cumprindo aquilo a que se propõe. As promessas podem não ter hora para entrar, mas têm prazo para sair da lista de desejos. E a hora é esta: quando forem cumpridas.
Helimar Angelelli chama de "pressão intencional" o impulso que tira a pessoa da promessa e a coloca na ação. "Falar em promessa já implica algo milagroso. Não se pode ficar esperando, para não repetir os mesmos projetos todos os anos”, provoca. Para ela, essa pressão interna tem que mobilizar a pessoa para atitudes imediatas. “Tem que decidir que 'agora é a hora!’. Para o cérebro não existe 'algum dia...”. Por isso, tem que tomar as iniciativas com a intenção de realizar a partir de já”, explica.
Sair das zonas de conforto passivas é empenhar-se de forma realista, traduzir pensamentos em ações. Mas isso não significa cair no oposto, executando sem pensar. “Tem gente que sua a camisa, mas não tem meta, e há outros que têm metas, mas não suam a camisa”, compara Lair Ribeiro . Nenhum dos dois é bom realizador. O segredo é sonhar, formar metas, planejar e tomar as devidas iniciativas. Já.
7. Visualize-se realizando as metas
Todas as noites, antes de dormir, visualize suas conquistas por diversos aspectos. Não se trata simplesmente de se ver com o objetivo cumprido, mas de visualizar etapas sendo cumpridas, obstáculos sendo transpostos, emoções e sensações que a conquista lhe causa.
Tente se ver dentro de uma tela onde você mesmo se move, age, sente, executa. Comece relaxando e respirando fundo. Sinta seu corpo. Quando sua mente estiver livre de preocupações e imagens do dia, comece a imaginar ambientes; depois as pessoas que o ocupam; depois ingresse você mesmo na situação; visualize-se vencendo um desafio, executando uma tarefa; sinta-se confiante e preparado enquanto visualiza a si mesmo interagindo nas situações, lembre-se de que você está no comando da sua imaginação; e, finalmente, veja-se conquistando o que quer, e lembre-se de prestar atenção em como se sente. Isso é muito importante. A cada noite, você pode visualizar uma etapa diferente de uma das metas estabelecidas. E regularmente visualize o cumprimento total do projeto. Isso ajuda muito. “Com a visualização, vive-se a noção e a sensação que essa conquista traz. Assim, o processo tem sentido”, afirma Helimar Angelelli.
Há diversos estudos feitos, especialmente no esporte, nos quais se compara o desempenho de atletas que visualizam execuções de tarefas com os que treinam as tarefas sem visualizá-las. Atividades como tiro ao alvo ou arremesso a cestas de basquete mostram que, após um período, quando os atletas de cada um dos grupos são chamados a efetivamente realizarem a tarefa, o desempenho dos que treinavam fisicamente e dos que apenas visualizavam é praticamente o mesmo. Ou seja, visualizar dá resultado. Que tal visualizar e executar?
8. Eleja aliados
Há dois tipos de aliados. O primeiro é aquele que ajuda diretamente em algum pedaço das tarefas. Você não deve colocar suas metas nas costas de outras pessoas. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa realidade social da qual outras pessoas fazem parte.
É bom lembrar que nem tudo depende de você. Por exemplo, para ter harmonia familiar, você pode muito bem fazer sua parte. Ma há atitudes que cabem aos demais membros da família e esse é um limite para suas iniciativas. Ou então, se a meta for começar a namorar no próximo ano, pode-se começar a sair mais para encontros sociais, arrumar-se, abrir-se para conversas e convites. Mas de qualquer forma, a outra pessoa tem que estar a fim. Nesse caso, um aliado pode ser aquela amiga que sai junto para festas ou o colega descolado que sempre tem uma centena de amigos para apresentar.
O segundo tipo de aliado são os exemplos de quem já conquistou metas semelhantes. "É importante ter pessoas que possam servir de referência, tanto de sucesso quanto de insucesso”, sugere o psicoterapeuta Mário Bruçó.
Mas não se prenda à história dos outros. Cada pessoa tem o seu caminho. As referências servem para oferecer horizontes e não para serem imitadas. Seja pelo bom ou pelo mau exemplo, esse tipo de aliado é como uma luz que clareia seu próprio caminho, que é único.
Lembre-se de que seus aliados ajudam, mas quem deve se responsabilizar totalmente pela tarefa é você.
9. Mantenha o controle dos pensamentos
O foco dos seus pensamentos deve estar nos canais para conseguir os resultados e não nas dificuldades. Avaliar realisticamente os desafios e obstáculos são muito importantes, mas o seu pensamento é um dos maiores aliados ou adversários para conseguir o que quer.
“Os pensamentos são grandes sabotadores. A pessoa fica se antecipando a dificuldades que às vezes nem acontecerão. Ligam-se a preocupações inúteis e se desgastam por isso”, constata Helimar Angelelli. Mais do que pensar nas dificuldades, é preciso pensar nas formas de superá-las e nos mecanismos que existem para se utilizar nas situações. “Ao invés de pensar na dificuldade de emagrecer, é melhor concentrar seu pensamento na facilidade que certos grupos de apoio oferecem para quem tem esse objetivo”, exemplifica.
Estar atento aos pensamentos é uma forma de evitar a auto-sabotagem. Raciocínios como: “É muito difícil conseguir isso”, servem como desculpas para arrastar as promessas de ano novo, dia após dia, réveillon após réveillon. E a pessoa se paralisa sem tentar alternativas, porque se concentrou mais nas dificuldades do que nas formas de superação.
Por isso, o velho ditado “mente sã, corpo são" também valeria para as metas do ano novo, quem sabe mudado para “pensamento são, atitudes sãs”. Atenção.
10. Faça revisões das tarefas regularmente
A cada mês ou bimestre, tempo suficiente para reunir algumas experiências, faça um checkup do andamento de suas metas. Reavalie, perceba onde está acertando, quais erros cometeu, o que aprendeu no processo, o que deu certo, quais têm sido os empecilhos, quais tarefas já realizou, o que tem de aprimorar.
E não tema em dar uma guinada no andamento das coisas. “Existe a possibilidade de redirecionar suas metas, se for preciso. E sem medo. É melhor errar por ter tentado do que ficar pensando em como teria sido”, adverte Mário Bruçó.
Esse momento também é importante porque nada é tão previsível na vida, de tal modo que as formas de cumprir metas precisam estar o tempo todo se integrando ao movimento dos fatos. “Mais do que planejar, precisamos monitorar em bases mensais e efetuar correções de rota ao longo do tempo, pois os planos precisam ser dinâmicos como a vida”, afirma o economista José Luis Amâncio.
11. Conceda-se prazeres e presentes durante o processo
Prazer é um combustível delicioso para a vida. Quem acha que prazer não combina com cumprimento de metas pode começar a repensar. Sem prazer, qualquer coisa fica mais difícil, os músculos não relaxam, o cérebro se desgasta cheio de cortisol, o corpo acumula toxinas e as decisões tornam-se mais confusas.
Mesmo as tarefas mais trabalhosas não estão desvinculadas de prazer, sobretudo porque estão em conexão com resultados desejados e, portanto, prazerosos. Claro, nem tudo é prazer. Aliás, para cumprir metas, muitas vezes é preciso renunciar a um bocado de coisas. Por isso mesmo encontrar pontos de prazer na caminhada em direção aos objetivos é tão estimulante.
Compensar as renúncias necessárias é uma boa estratégia. Por exemplo, um estudante que se proponha a estudar diariamente pode ter que abrir mão de um cochilo à tarde ou de algumas horas de televisão. “Uma forma de incentivar a mudança é se presentear a cada etapa intermediária vencida. É uma maneira simples, mas eficaz para ajudar a tolerar a frustração e compensar a perda“, ensina a psicanalista Priscila Gaspar ”.
Então, dê presentes a si mesmo a cada conquista e não se envergonhe de ter prazer no que faz.
12. Controle seu tempo
Cada uma das 24 horas do dia é preciosa. Você já deve ter ouvido que há tempo para tudo. Tempo de plantar e de colher, tempo de chorar e de rir, tempo de abraçar e tempo de se separar, tempo de calar e de falar... Pois é, a sabedoria diz que, para cada momento, suas devidas atividades. Mas já que você tem metas para cumprir, é bom perceber criticamente como seu tempo tem sido usado.
A personal coaching Cláudia Wlatanabe propõe que se responda para si mesmo questões como: "meu tempo está sendo bem aproveitado?”, "o que é relevante e o que é irrelevante na minha forma de usar o tempo?”. Cláudia aconselha a avaliar se tudo o que se faz é realmente necessário.
Cada atividade requer tempos distintos. Procure perceber se você não está gastando mais tempo em situações secundárias do que nas prioridades que elencou para 2008. Note se você não está levando muito tempo em ações que não precisavam de tanta dedicação e deixando de lado outras que precisavam mais de sua disponibilidade. Caso isso esteja acontecendo, não deixe 2008 começar do mesmo jeito. Mude. "É preciso priorizar e otimizar o tempo”, apressa-se a dizer Cláudia.
13. Identifique os limites
Olhar a realidade é a melhor maneira de agir sobre ela e transformá-la. Existem os limites ligados ao meio externo (ambiente, outras pessoas, sociedade, regras) e os que estão ligados à própria pessoa (limites de conhecimento, de tempo, físicos).
Sempre é possível ampliar a fronteira que estabelece limites, mas é preciso dar um passo de cada vez para não se frustrar à toa. Então, mãos à obra. Tão logo consiga emagrecer 10 quilos, aí sim você pode pensar em perder mais 10 de acordo com o tempo necessário para tal. Etapa por etapa, os limites podem se alargar a cada tarefa.
Uma maneira de equilibrar o espaço entre desejos e limites para desafiá-los com solidez é justamente conhecê-los, tanto as esperanças quanto as delimitações da realidade. ”Procure listar em uma página seus sonhos mais elevados e numa outra tudo o que pode ser feito de maneira realista, pois aí terá as coordenadas entre a realidade e o desejo e poderá traçar um rumo para suprir os espaços que precisa para a plena realização”, demonstra o economista José Luis Amâncio.
14. Persista
Nada resiste à persistência. Continue apesar das dificuldades. Em pesquisa realizada com treinadores esportivos, constatou-se que a característica mais encontrada nos grandes líderes era a persistência.
“Água mole em pedra dura...”, ”toda caminhada começa com o primeiro...”. Se você completou essas frases, já sabe multo bem como a persistência está presente na sabedoria popular. E não é por nada. Insistir no que se quer e empreender firmemente as atitudes necessárias tem eficácia comprovada.
Para isso, é preciso valorizar o processo pelo qual se chega aos objetivos. Quando vemos alguém que representa nossa idealização de sucesso, esquecemos de pensar que houve bastante suor e trabalho para que tal pessoa chegasse ao resultado. Helimar Angelelli defende uma postura corajosa e, por isso, sem receio de persistir. "Experimente a força que você mesmo tem em relação aos seus objetivos. Meta não é uma coisa que você começa e já chega ao final”, lembra.
15. Acredite no que você pode realizar
Pode parecer óbvio, mas acreditar nos seus projetos e na capacidade de realizá-los é o alicerce de todas as etapas do processo. A última dica deve ficar bem fresca na memória para ser a primeira a fazer parte de sua vida em 2008.
Reveja suas conquistas para criar uma base positiva para si mesmo. Lembre-se dos objetivos que já conseguiu alcançar. E não adianta dizer que nunca realizou nada. Basta fazer um pouco de esforço e você vai se lembrar. Rememore os momentos dessa conquista para refundar a crença em suas capacidades.
Quem acredita em si mesmo fica à vontade para ousar, e não sente muito medo de errar. Como diz Lair Ribeiro “seu desempenho na vida nunca será maior do que sua auto-imagem”. Portanto, trate de refazer suas crenças sobre si mesmo, seja para transformar o que está em baixa ou reforçar o que está em alta.
Segundo Mário Bruçó , é a ousadia baseada na crença que se tem no projeto que motiva a implementação dele. Acreditar que sua capacidade de realização é maior do que imagina é o segredo para começar bem qualquer projeto de ano novo. A partir dessa crença atrevida em si mesmo é que você pode pegar o papel e começar a escrever a lista para 2008. Feliz ano novo!